quarta-feira, 10 de julho de 2013

no dos outros

Amor chama amor, né?
Agora parece que todo lugar que eu vou uma mulher quer desabafar comigo seus encontros e desencontros amorosos. Escuto com muito carinho e atenção. Sinto seus desejos no peito, suas dores nos olhos, suas ansiedades nas mãos.

Vejo outra coisa em comum que me preocupa: o descompasso entre o que se está disposta a dar e o que se quer receber.
- Ele não me ligou.
- E você ligou pra ele?
- Eu quero que ele se mostre apaixonado, entregue, todo meu.
- E você demonstra o quê?
- O erro é/foi dele.
- Sim, percebo que este foi o erro dele. E o seu, qual foi? Ou o que você aprendeu para fazer diferente da próxima vez que não quiser ser alvo do mesmo erro?

Não sei tudo. E, aliás, sei muito pouco. Resultado do que vivi e senti. Mas se tem uma coisa que já aprendi neste rami-rami de relacionamento é que a gente não muda o outro, a gente só muda a nós mesmos. Tem uma frase do Einstein mais ou menos assim: insanidade é fazer tudo igual e esperar resultado diferente. Não está satisfeita com sua vida amorosa? Faça de um jeito novo! Quer chegar a um lugar nunca antes visitado? Escolha seu destino e desenhe seu mapa.

Sim, é simples assim!

* * *


A ESPOSA SURDA

Um velho telefona ao médico para marcar uma consulta para a sua mulher.

A secretária pergunta:
- Qual o problema de sua esposa?
- Surdez. Ela não ouve quase nada.
- Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la para cá, faça um teste para  facilitar o diagnóstico do médico.

Sem ela olhar, o senhor, a certa distância, fala em tom normal, até perceber a que distância ela consegue ouví-lo.
E quando vier, diz ao médico a que distância o sr. estava quando ela o ouviu.
- Certo?
- Está certo.
À noite, quando a mulher preparava o jantar, o velhote decidiu fazer o teste.
Mediu a distância que estava em relação à mulher.
E pensou:
"Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora"
- Maria, o que temos para jantar?
Silêncio.
Aproxima-se a 10 metros:
- Maria, o que temos para jantar?
Silêncio.
Fica a uma distância de 5 metros:
- Maria, o que temos para jantar?
Silêncio.
Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:
- Maria! O que temos para jantar?
- Frango, puta que pariu... merda, já a quarta vez que eu te respondo! 
NORMALMENTE
,
NA VIDA, PENSAMOS QUE AS DEFICIÊNCIAS SÃO DOS OUTROS E NÃO NOSSAS!!

"É fácil julgar, difícil é aceitar os nossos erros."


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